domingo, 23 de julho de 2017

Domingo na Feira de San Telmo



Domingo foi dia de ir à Feirinha de San Telmo. No início do passeio encontrei arte nos muros e resolvi registrar.



Antes de aproveitar a feira, encontrei duas brasileiras e já tirei foto delas e elas de mim. Passeamos juntas pela feira e nos separamos na hora do almoço. Uma delas vai ficar em Buenos Aires para fazer Medicina, e a outra é da Bahia. 

Foto com a Mafalda antes de formar fila. Dá pra ver que é cedo pelos sacos de lixo ao fundo, antes de arrumarem o local rs 

Banca de jornal personalizada

Domingo é dia de Feira
 Andei um pouco olhando as lojas e barracas com várias lembrancinhas (mais caras do que no Caminito), e então encontrei a Casa Mínima, que é a casa mais estreita de Buenos Aires. Ela tem apenas 2,5 metros de largura e 13 de profundidade e reflete a triste história dos escravos negros na Argentina. 
Na metade do século XIX haviam cerca de 800 mil escravos negros em Buenos Aires e com a abolição da escravatura eles precisaram ir em busca de um lugar para viver. A Casa Mínima, na época apenas um pequeno sobrado de uma casa muito maior ao lado, foi cedida a um escravo recém liberto para que ele pudesse morar com a sua família, sem deixar de trabalhar para o seu senhor, uma prática comum na época da abolição. 

Depois do almoço fui ao Museu de Arte Moderna de Buenos Aires para ver uma exposição do Picasso. Passei boa parte da tarde lá. 










Continuei andando pelo bairro San Telmo até chegar ao Parque Lezama e encontrar a Igreja Ortodoxa Russa do outro lado da rua, que é a Avenida Brasil. Infelizmente estava fechada, então só pude tirar foto da fachada.


Igreja Ortodoxa Russa

Quarto dia de viagem

No quarto dia de viagem, terceiro dia em Buenos Aires, levantei cedo e fui até o Obelisco. É um monumento erguido na Praça da República, no cruzamento das avenidas Corrientes e 9 de julio, em comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade. 







O Jardim Vertical BA está localizado na Plaza de la República, e foi colocado pelo Ministério de Ambiente e Espaço Público com o fim de conscientizar sobre o cuidado do meio ambiente. O jardim está composto por 6.300 plantas e mede uns 6,50 metros de altura. Encontrei essa informação aqui.


 Continuando o passeio, peguei o metrô (El subte) e desci na Plaza de Mayo, fui andando pela Plaza del Congreso até dar o horário da visita guiada à Casa Rosada.

El subte
Limpo e confortável
Congreso de la Nación Argentina e Plaza del Congreso 


Enfim cheguei à Casa Rosada. O passeio é gratuito e pode ser reservado com antecedência pelo site. Você pode escolher um horário para a visita em inglês ou espanhol, mas como eu queria o horário das 11:00, só tinha em espanhol. Que escolha infeliz! A guia falava rápido demais, então não consegui absorver muita coisa. Isso porque não falo espanhol; para quem fala deve ser tranquilo. Ah, fiquem atentos quando reservarem essa visita, pois eu não recebi nenhuma confirmação com meu bilhete por e-mail, e por isso não queriam permitir minha entrada, mesmo apresentando a eles a identidade, pois aparentemente não há nenhum controle por parte deles com a lista de visitantes. Como insisti muito e não tinha acompanhante (afinal, só mais uma pessoa não faria diferença pra eles) acabaram me deixando entrar.  Por isso, se não receberem o bilhete por e-mail, façam outra reserva até receber!





Salão com quadros de fotos de artistas argentinos e internacionais



Vista da Plaza de Mayo a partir da varanda da Casa Rosada

Salão Eva Perón




Fonte no pátio da Casa Rosada




Avenida Diagonal Norte e Obelisco ao fundo

Cabildo
À tarde fui ao Puerto Madero e atravessei a Puente de la Mujer, onde do outro lado encontrei uma estátua em homenagem à Anne Frank. A praça se chama Plaza Reina de Holanda. 

 

 



No caminho de volta, fiz uma parada no Café Tortoni para experimentar o chocolate com churros, mas como era verão eles não estavam servindo (snif snif). Então tive que me contentar com um alfajor - o melhor que comi lá, por sinal. Aproveitei também para comprar ingresso para o Show de Tango. 





 À noite voltei ao Café para ver o Tango, e gostei bastante. Meu objetivo era algo mais intimista e simples, e o show foi muito bonito. Não gastei muito porque paguei em pesos. Cobraram muito mais de quem queria pagar em reais, pois enquanto ouvi o caixa dizendo que era R$ 95,00 para um moço que chegou,  fiz a conversão dos pesos e percebi que paguei R$ 60,00.



E assim terminou meu terceiro dia em Buenos Aires.

sábado, 22 de julho de 2017

Férias de janeiro


Vou contar um pouco a vocês sobre minhas férias de janeiro: fui à Argentina, Chile e ao Uruguai.
Depois de algumas pesquisas sobre a Argentina, e especificamente Buenos Aires, percebi que havia muita coisa pra fazer lá, muita mesmo! Por isso dediquei 6 dias a ela. Porém, passei um dia no Uruguai no início da viagem.

Dia 01 - Chegando em Buenos Aires



Vôo Aerolíneas direto Curitiba - Buenos Aires. Rapidinho e o lanchinho não é nada mau.


Dia 02 - Colonia del Sacramento, Uruguai
Para evitar um passeio cansativo no final da viagem, resolvi fazer este primeiro. Peguei um táxi para ir ao Puerto Madero, mas o taxista me enrolou e quase me atrasei para embarcar no navio. Depois disso não peguei mais nenhum táxi (a gente acha que não será enganado, mas de alguma forma eles conseguem nos fazer de bobos). O dia estava quente, e como deixei o chapéu no hotel, sofri bastante com o sol, pois no centro histórico não há muitos lugares com sombra.

Em Puerto Madero




Chegando em Colonia


Entrada Centro Histórico

Fundada em 1680 pelo português Manuel Lobo, Colonia foi passando de domínio português a domínio espanhol várias vezes até 1825. A mistura pode ser notada no centro histórico, onde convivem casas de estilo colonial português com outras construções tipicamente espanholas. Essa característica única contribuiu para o tombamento de Colonia pela Unesco, que a considera Patrimônio da Humanidade. Fonte:http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/11/colonia-del-sacramento-tem-centro-historico-na-beira-de-rio-no-uruguai.html

Farol

Sol, sol e sol.







Colonia é um lugar adorável, mas creio que mais interessante para passar mais de um dia, e principalmente com familiares ou amigos. Quem sabe um dia volto lá. 





Dia 03 - Cemitério da Recoleta e museus


 Catedral Metropolitana de Buenos Aires.


 Meu primeiro passeios foi à Recoleta, um dos bairros mais bonitos de Buenos Aires. Para chegar lá, resolvi pegar o ônibus. Não sabia onde deveria descer, então pedi ajuda antes mesmo de embarcar. Quem me ajudou foi um venezuelano simpático que pagou pra mim, desceu comigo no ponto certo e me acompanhou até eu avistar o cemitério. Ele foi muito gentil, mas nada à toa (sob a desculpa de praticar inglês, pegou meu número e já no dia seguinte me convidou pra sair - não aceitei rs).
Chegando lá, descobri que havia uma visita guiada GRATUITA às 11:00. Esperei apenas 15 minutos e começamos o tour com uma senhora muito simpática. Apesar de não parecer um passeio agradável, o cemitério é muito lindo e um dos pontos turísticos mais visitados porque Evita Perón está enterrada lá, além de o lugar ter muitas histórias inusitadas. 

Fachada do cemitério

Dentro do cemitério 

Grupo da visita guiada


Guia da visita ao cemitério


Dizem que a moça enterrada aí morreu duas vezes (foi enterrada viva), e por isso a estátua está segurando a porta como se quisesse entrar ou sair do mundo dos mortos. História completa aqui




 
Única estátua de cachorro no cemitério, pois ambos morreram no mesmo dia. Liliana Crociati faleceu na Áustria, e o cachorro em Buenos Aires.

Túmulo da Evita Perón
                                        
Basílica Nossa Senhora de Pilar
Basílica por dentro

Palais de Glace 

Palais de Glace por dentro

Museu Nacional de Belas Artes




Modigliani

Floralis generica

La Panera Rosa