quarta-feira, 21 de julho de 2021

Um fim de semana em Seattle...Dia 02


    Começamos nosso segundo dia fazendo o que mulheres mais gostam... compras! Era janeiro, inverno, e Seattle é uma cidade muito chuvosa assim como Vancouver, mas nosso fim de semana foi ensolarado. Havia bastante névoa sobre as águas pela manhã, e o efeito foi esse:  



    Fomos ao mercado, compramos muitas comidinhas gostosas, mas esse bolo não deu porque iria derreter até voltarmos ao hotel... Perdemos umas duas horas na Target, fomos a Macy's e a algumas outras lojas.

    À tarde fomos ao Seattle Center, que é um complexo de eventos comunitários com museus, teatros, jardins, estádios esportivos, restaurantes e lojas. Como era inverno, muitos destes lugares estavam fechados, mas nosso foco ali era o observatório The Space Needle. Primeiro avistamos o Museum of Pop Culture, onde há exposições de objetos, roupas e cenários de filmes, bandas, video games e  musicais. 


Chegando ao Museum of Pop Culture


Museum of Pop Culture
   
    No mesmo complexo passamos pela International Fountain,  uma fonte de concreto que jorra jatos de água em ritmos alternados de acordo com músicas que tocam no ambiente, e as águas 'dançam'. Ela foi inaugurada em 1962, depois reconstruída em 1995 e então reformada em abril de 2021. 

International Fountain


    Eis a Space Needle. É uma torre de observação fundada em 1962 com 184 m de altura, construída para suportar ventos de até 320 km/h e terremotos de magnitude 9.0. O observatório fica a 160m de altura. Os elevadores sobem a 16km/h e chegam ao topo em 41 segundos. 


Space Needle

    Entramos na fila para comprar o ingresso das 16h30 e assistir (mais uma vez) ao pôr do sol. Para quem tem vontade de visitar a torre, não se intimidem pelo preço:  cerca de US$ 39 com impostos, e mesmo com o dólar alto, (agora em 2021 acima dos 5 reais) é um dinheiro muito bem investido. Mas recomendo ir no horário próximo ao pôr do sol. É mágico!


    Antes de pegar o elevador, a história da construção da torre é contada nas paredes dos corredores com fotos e citações interessantes sobre o tema.



    And that's what I'm talking about: 

Seattle skyline 

Mount Rainier ao fundo

    Fotos muitas vezes não transmitem o que vivemos ou sentimos no momento em que são tiradas, e a foto abaixo é um exemplo de um desses momentos. Depois de observarmos a paisagem das fotos acima, descemos um pequeno lance de escadas e chegamos ao The Loupe, um lounge com piso de vidro giratório. É uma sensação muito divertida, e podemos ver a rua lá embaixo. Imagino que durante o dia deve ser mais legal ainda.   

Revolving glass floor

    Ao sairmos da torre, fomos atraídas por uma música que vinha dos fundos. Continuamos andando e encontramos umas esculturas. E olha que interessante o que descobri sobre elas. 
Space Needle à noite


    São 5 flores que cantam à medida que as pessoas se aproximam delas. Cada flor tem sua própria série distinta de notas harmônicas que simulam um coro cantante. Um sensor oculto localizado em cada flor identifica o movimento e aciona o som. Portanto, se houver 5 pessoas juntas, é possível criar uma sequência harmônica aleatoriamente.


Sonic Bloom, de Dan Corson

    Foi um dia memorável!


Fontes: 
https://en.wikipedia.org/wiki/International_Fountain
https://en.wikipedia.org/wiki/Space_Needle 
https://www.spaceneedle.com/lounge
http://dancorson.com/sonic-bloom 

Um fim de semana em Seattle - Dia 01

    Uma das coisas que tanto eu quanto a Marina queria muito fazer era ir para Seattle por causa da nossa série preferida, Grey's anatomy. Então escolhemos o fim de semana do dia 11 ao dia 13/01/2019 para fazermos essa viagem. Conversamos com nossos professores no curso e faltamos aula na sexta-feira para conseguirmos aproveitar um pouquinho mais. Fizemos a viagem de ida de trem e a volta de ônibus. A ida levou mais ou menos 3h30 de trem da Amtrak e chegamos na estação King Street perto de 11h. 

    A King Street Station foi construída entre 1904 e 1906 e, por causa da torre, era na época o prédio mais alto de Seattle. 


King Street Station à direita

   

    Depois de nos instalarmos em nosso hotel no bairro Queen Anne, fizemos nosso primeiro passeio: Seattle Public Library - Central Library. Há 27 bibliotecas espalhadas pela cidade, e o prédio da biblioteca central que visitamos é a terceira versão  construída. A primeira foi em 1891, a segunda em 1960 (com 5 andares) e a biblioteca das fotos abaixo, de 2002 a 2004 - e possui nada menos que ONZE andares!



Estrutura de plataformas flutuantes 


Prateleiras e espaços para leitura


    Lá dentro há espaço para cerca de um milhão e meio de livros e outros materiais. Há um estacionamento no subsolo com capacidade para 143 veículos e mais de 400 computadores disponíveis para a população.

Mais de 400 computadores disponíveis

    Na foto abaixo vocês podem ver a porta de entrada da biblioteca, e logo à esquerda há alguns quiosques. Ali vocês podem comprar lembrancinhas lindas da cidade e livros da biblioteca por apenas US$ 1, inclusive livros da coleção Harry Potter. Todos em excelente estado! 

Entrada da biblioteca e quiosques


Claro que eu comprei livros infantis! :)


    Para terminar bem nosso primeiro dia, corremos até o Pier 57 para dar uma volta na Seattle Great Wheel, a roda gigante de 57,7m de altura e que foi considerada a maior da Costa Oeste dos Estados Unidos quando inaugurou em 2012. Em 2021, está em 9º lugar, apenas à frente da Capital Wheel em Fort Washington, Maryland. A mais alta localiza-se em Chicago, The Centennial Wheel, com 60,96m. 







    Fomos tão sortudas abençoadas que conseguimos assistir ao pôr do sol no exato momento em que estávamos no topo, e a roda gigante parou ali pra admirarmos aquele lugar lindo e registrarmos tudo. 






    Para terminar o dia demos uma volta pelo Pike Place Market, mas voltaríamos aqui depois para comprar comidinhas e entrar no Starbucks, pois nesse horário estava lotado.































sábado, 3 de abril de 2021

Primeira semana de aulas em Vancouver

 

      Primeira semana de aulas levantando cedinho com café, pão, e o que não podia faltar: esse pote de um quilo de peanut butter maravilhosa. Okay, nem é tanto assim, mas é realmente smooth, crémeux, muito muito cremosa. 


       

    Nosso transporte de casa até o curso era ônibus até a estação de metrô, e depois o trem à Vancouver City Centre Station. 




    Primeiro dia de aula foi o início da saga para encontrar a turma certa. Foram três salas até chegar na quarta e última. A foto abaixo é da terceira turma. O professor é um querido, mas as aulas eram para quem está começando a trabalhar como professor, o que não era meu caso. No final, fiquei com um grupo de inglês acadêmico. Meus colegas eram japoneses, coreanos, uma alemã e uma chinesa. Foi ótimo para estudar um pouco mais sobre escrita e ter momentos de discussão, mas deixo aqui uma dica para quem vai estudar inglês no exterior com nível avançado: pesquise MUITO sobre a escola antes, se vai haver grupos do seu nível começando quando você chegar lá, pois as chances de haver apenas grupos de nível básico ou preparatório para exames como TOEFL ou FCE são bem maiores do que CAE ou CPE. Afinal, é janeiro, inverno, e a procura por inglês avançado é bem menor. Valeu pela experiência, mas como diziam meus colegas (e modéstia à parte), era como ter dois professores na turma, o nosso e eu. Ou seja, estudei e trabalhei rs. 
 



Alguns dos meus colegas e meu professor Sam


Estudamos muito, mas também fizemos passeios com os colegas. Abaixo algumas fotos do dia em que fomos à University of British Columbia. 










    Nosso passeio de fim de semana foi a Capilano Suspension Bridge ParkKia’palano, que significa “rio bonito”, era o nome de um grande chefe indígena Squamish que vivia na área no início dos anos 1800. Com o tempo, o nome evoluiu para 'Capilano'.  A ponte atual tem 140 metros de comprimento e 70 metros de altura acima do rio. No final do passeio ganhamos um certificado para provar que cumprimos o desafio de atravessar a ponte. É claro que plastificamos! 🏆🏆









    Passamos pelo Olympic Cauldron dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 a caminho de outro passeio que valeu super a pena: Fly Over Canada. Você realmente tem a sensação de que está sobrevoando os lugares mais lindos do Canadá, e em alguns momentos dá a impressão de que vai cair. O "vôo" é em 4D, então você sente o vento, o cheiro, a água... Foi maravilhoso, especialmente porque não teríamos tempo para conhecer os parques, pois fecham no inverno.   O único ponto negativo dessa atração é que acaba rapidinho. Super recomendo!






    


sábado, 20 de março de 2021

Tradição de Ano Novo em Vancouver

    

    Nossa manhã de novo ano começou com esse bilhetinho do 'host father', que era uma das poucas pessoas simpáticas da família... 😄 


    ...e umas comidinhas para beliscarmos... 👌




        Ok, vamos ao foco do post, a tradição de Ano Novo em Vancouver...   

     No primeiro dia do ano, the Vancouverites (e os turistas também) se reúnem na praia de English Bay para uma tradição que se repete desde 1976: the Polar Bear Swim. 

    Agora em 2021 não foi possível devido à pandemia, mas em 2020 foram registrados mais de 7 mil corajosos para o desafio. Quando estive lá, foram quase 2 mil nadadores que enfrentaram a temperatura da água de 9°C.  Eu e Marina fomos torcer pelo amigo dela que resolveu cometer essa loucura 🏊⛄

    






    

    Para concluir o dia, esbarramos nessa senhora que está sempre andando pelo centro com seu fiel pato. Descobri agora uma notícia contando que ela continua pelas ruas com ele (dois anos desde a foto abaixo). Assistam ao vídeo disponível no link da notícia para saber a história toda, porque só me lembro dela dizendo que esse pato era a reencarnação de não sei quantos outros e que ele era milagroso. Curava as pessoas com suas lágrimas. SIM, isso mesmo! 😵😲💭




Victoria, BC - parte 2

     Depois de visitar o Royal BC Museum  fomos à Christ Church Cathedral. A primeira igreja construída permaneceu intacta entre os anos de ...